O DESAFIO DA EDUCAÇÃO PARA UM NOVO TEMPO
A humanidade está evoluindo, emocionalmente, na
velocidade da tartaruga, frente à tecnologia que ultrapassa a qualquer
previsão, na velocidade da luz! Quem não estiver disposto a rever conceitos, mas,
sobretudo, assumir uma postura de maturidade frente a tantos desafios que a
modernidade proporcionou ao homem, ficará à margem do processo. Parece aquela
velha história do burro na porta do palácio. A pessoa que compõe a estatística
de qualquer tipo de analfabetismo - e são muitos os tipos - tem vida, conforto,
informação, recursos extraordinários e não é capaz de ler, interpretar e tomar
posse. Se alguém escapa do analfabetismo da leitura e da escrita, com certeza,
pode estar sofrendo como analfabeto funcional, analfabeto virtual, analfabeto
emocional, analfabeto social, analfabeto espiritual... etc,
etc, etc...
Hoje, aos
vinte, trinta anos, se o cidadão parar de aprender, está fora da concorrência.
Aos 90, se estiver sintonizado com a evolução e fizer parte dela, como sujeito
e objeto da história, não sai da concorrência. Logo, quem está do lado de fora
da roda do aprendizado e do crescimento constante, deve voltar, imediatamente.
O perfil do profissional é baseado na qualidade essencial. Mais ou menos morreu afogado no mar da tecnologia, foi substituído
pelos modernos gestores do tempo, do conhecimento, da informação... O eficiente tropeçou no eficaz que é capaz
de fazer o impossível. O
homem multifuncional, preparado para exercer numerosas atividades
profissionais deixou o “especialista” acomodado para trás.
As escolas devem se organizar para receber crianças
cada vez menores e tratar de se estruturar como casa de educação. Chega de
“empresas” que vendem diploma a preços absurdos e salve aquelas instituições
que têm a capacidade de formar cidadãos para promover a revolução das
consciências e organizar uma sociedade pacífica, feliz.
As escolas devem ainda se preparar, urgentemente,
para oferecer cursos de formação e atualização para pessoas maduras. Quem não
se programar para entrar no contexto perderá a grandiosa oportunidade de
participar da era mais fantástica da humanidade. As universidades estão
recebendo estudantes com idades bem superiores, ultimamente. E a demanda tende
a aumentar.
O Brasil está cotado para ser o 5o país
do mundo em número de idosos, até o ano 2010. O conceito de velho como sinônimo
de doença, tristeza, abandono, tralha, desesperança, deve ser revisto. A palavra velho serve para significar coisas velhas,
enguiçadas. A palavra idoso é sinônimo de bênção da
longevidade.
No Dia Internacional do Idoso, organizam-se
eventos, com a presença de conferencistas “especializados”. Raramente, eles se
lembram de ajudar a mobilizar a motivação e resgatar a auto-estima dos
convidados. De um modo geral, os assuntos giram em torno do pessimismo,
depressão, estresse, próteses, espinhela caída, trombose, trombada, cadeira de
rodas, muletas, piriri,
tosse noturna, bexiga arriada, artrose, mal disso, mal daquilo e daquilo
outro... Há outros “consultores” que se especializaram em assombrar só com
notícias ruins. Ou seja, anunciam tantos horrores, dando a impressão que se o
idoso se livrar daquilo tudo, pode não escapar da bala perdida, da guerra, das
batidas no trânsito, do arrastão, enfim... só desgraça!
Quando o ser humano e, claro, também o idoso
comparece a uma conferência ele quer ouvir assuntos que o deixe animado, pronto
a sair dali e programar aquela viagem adiada, retomar um projeto esquecido,
fazer um curso, escrever um livro, inscrever-se num concurso de poesias, enfim,
estimulado a prosseguir, a valorizar a vida.
As empresas de um modo geral que ainda não
acordaram e não se prepararam para atender, no momento, a mais de 15 milhões de
pessoas com idade acima de 65 anos, vão falir. A demanda vai dobrar dentro dos
próximos anos. Se uma jovem senhora vai hoje a um shoping comprar uma roupa, seja para dias comuns ou para comparecer
a uma festa, é um horror. As roupas bonitas, modernas, não têm numerações que
ultrapassam o manequim 44. As “outras”, chamadas senhoris, são da cor bege, preta, marrom, cinza, de florzinha e, na maioria das vezes,
ridículas, sem a mínima criatividade, tipo assim capa de botijão. Não existe
meio termo.
Quando alguém completa 70 anos, é muito comum se
organizar uma festa. Na cerimônia de “comemorações”, sublinham-se alguns versos
do Salmo 90, (cuja autoria é atribuída a Moisés) que são lidos para advertir,
assustar, ameaçar, amedrontar, apontar ao aniversariante as setas para a reta
final. O orador com aquela voz de relações públicas de
necrotério lê: “A duração de nossa vida é de 70, 80 anos o que passa
disto...” Mas é bom esclarecer que Moisés escreveu este Salmo, imaginando que
sua vida estaria chegando ao fim, só que Deus convoca também pessoas
experientes, maduras para realizar suas obras. Somente aos 80 anos o salmista
iniciou o processo de retirada do povo de Israel do Egito e a missão se
estendeu por mais 40 anos. Aos 120 anos, Moisés morreu. E o
seu substituto, Josué, com 85 anos foi nomeado, com palavras divinas de
fortalecimento: “Tão-somente esforça-te e tem mui bom ânimo”. (Js 1:7).
Portanto, o maior
desafio de qualquer tempo é aprender a viver. Que valor tem a vida sem projeto
de vida? É preciso traçar regras de bem viver, estabelecer prioridades,
administrar o tempo, gerir informações, competência emocional para reconhecer e
controlar as emoções, prontos para auto-estimular a produção dos hormônios que
formam o padrão químico do bem estar.
PROPÓSITO DE VIDA
Eu não quero me acostumar
a ver, com tédio, as belezas da vida!
Não quero me declarar
solitária com a minha companhia.
Nunca dizer que é rotina
acordar de manhã com o sol
entrando e me aquecendo.
Não quero dizer que é
tolice o discurso bravo ou sereno
das ondas do mar.
Jamais ficar triste e declarar-me
cansada de ouvir a natureza.
Deus me livre de começar
a contagem regressiva
dos meus dias no mundo.
Quero discar SOS para me
livrar do pessimista,
e nunca optar nem andar pelo caminho da
desistência.
Quero chegar inteira, completa, única, verdadeira,
ao topo da vida para de lá contemplar, com
entusiasmo total,
o esplendor da vida, do outro lado da vida!!!
Os sociólogos estão
denunciando que o Século XXI chegou como a Era da solidão, isto, porque a
tecnologia, se mal usada, pode contribuir para a formação de seres humanos
aptos a “substituir” o abraço nas datas especiais ou a presença constante na
família pelo e-mail. Pelo fato das
pessoas trabalharem mais em casa do que nas empresas, que é uma tendência
mundial, isto pode também reduzir o círculo de relacionamentos. Todavia, cada
um tem o desafio de ser empreendedor, sem se tornar escravo de si mesmo.
Sobretudo, estar atento para manter acesa a chama do amor no lar e junto dos
amigos. Nunca se esquecer de que a educação tem o desafio de ensinar o amor que
resiste à distância. Jamais consentir que o dom da vida seja um pesado fardo e
tudo fazer para dar qualidade ao tempo, contabilizando os dias como bênção
divina.
Como viver melhor? Você
terá muito mais vida, se cultivar a fé. Quem tem fé vive 25%
mais do que os que não a têm. Deve-se dormir, pelo menos, oito horas por dia.
Tomar oito copos de água diariamente, sem descuidar da alimentação, em períodos
regulares, num ambiente saudável... O crime não compensa, mas o creme compensa.
É recomendável jogar 30 minutos de peteca ou... caminhar,
praticar um esporte! Dar, pelo menos, três gargalhadas por dia. Selecionar a
companhia. Refletir bastante antes de decidir-se. Esperar menos retorno dos
outros. Dar sem esperar recompensas. Não exigir de você, além de suas forças.
Ler, principalmente, poesias. Gostar de viver. Livrar-se de ambientes agredidos
pelo mau uso do som ou da informação. Livrar-se daquelas pessoas viciadas na
droga da violência: só contam, divulgam ou conversam sobre a violência. São tvs
a cabo repetidoras do mal.
Decisões a tomar:
1.
Dedicar tempo para trabalhar, sem se escravizar: é o preço do triunfo.
2.
Dedicar tempo para pensar, sem idéias fixas: é a fonte do poder.
3.
Dedicar tempo para o lazer: é o segredo da renovação das energias.
4.
Dedicar tempo para ler: é a base do conhecimento.
5.
Dedicar tempo para adorar: é o caminho da reverência.
6.
Dedicar tempo para com os amigos: é o caminho da cooperação.
7. Dedicar tempo para amar e ser amado: é o caminho
da produção de endorfinas (hormônios geradores da alegria e bem estar).
8.
Dedicar tempo para sonhar: eleva os pensamentos
9.
Dedicar tempo para rir: alivia as tensões da vida.
10. Dedicar tempo para planejar: é o segredo de
como encontrar tempo para realizar as nove anteriores.
A pessoa precisa
aprender a dedicar mais tempo às belas coisas da vida e valorizar sua
participação nesta grandiosa sincronização do universo, onde tudo é perfeito.
Todos devem conscientizar-se de que é parte da organização do projeto de Deus.
Não é por acaso que a Terra gira, em seu eixo, 1000 milhas por horas no
Equador; se ela girasse 100 milhas por hora, os dias e noites seriam dez vezes
mais longos e o Sol, provavelmente, queimaria a vegetação de dia, enquanto a
longa noite gelaria qualquer planta que sobrevivesse à catástrofe. Novamente, o
Sol, fonte de vida, tem uma temperatura de superfície de 10.000º Fahrenheit, e a Terra está a uma
distância para esquentar só o necessário.
Se o Sol desse somente metade de sua radiação atual, congelaria: se fosse muito mais, torraria tudo. A
inclinação da Terra a um ângulo de 23 graus possibilita a existência das quatro
estações; se a Terra não tivesse sido inclinada assim, vapores do oceano
mover-se-iam norte e sul, transformando os continentes numa montanha de gelo.
Se a lua fosse, só 50.000 milhas mais longe do que hoje, as marés poderiam ser
tão grandes que, duas vezes, por dia os continentes seriam submersos; até mesmo
as mais altas montanhas se encobririam. Se a crosta da Terra fosse dez pés mais espessa, não haveria oxigênio e nem vida. Se o
oceano fosse dez pés mais fundo, o gás carbônico e o
oxigênio seriam absorvidos e a vida vegetal não poderia existir.
No Salmo 19, ao escrever
os versos de uma linda canção, Rei Davi exalta a perfeição do Universo:
“Os céus
declaram a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos. Um dia
faz declaração a outro dia e uma noite revela
conhecimento a outra noite”.
Na poesia, a perplexidade perante o belo refletido
e admirado em qualquer fase da vida, propõe a grande pergunta:
O QUE É MAIS BELO?
Você quer saber
O que é mais belo?
O amanhecer da vida, ser
criança
Ou a maturidade do
adulto,
O pôr-do-sol?
Durante o dia, brilho,
certeza,
calor da luta.
À tarde, o sol se pondo,
Sem cruzar os braços,
Reduzindo o brilho,
Para a vida reacender!
O que é mais belo,
O que dá mais prazer?
O esplendor da madrugada
Ou a esperança, sol
da
maturidade,
Reacendendo em cada
idade,
A alegria de viver?
O homem é a obra prima, coroa da criação, criado à
imagem e semelhança de Deus. Foi projetado um pouco menor do que os anjos,
todavia, tem o controle remoto do livre arbítrio. Designado para compor seu
programa de vida (soft), com bilhões
de neurônios no seu hardware, o homem
é capaz de mobilizar inteligências e tem o site
celestial à disposição para se comunicar com o Provedor.
O homem não é algo inerte, submetido a
sofrimentos. Ele tem o destino e a vocação da felicidade. O direito à harmonia,
ao bem, ao prazer, à cidadania plena. Cada um é inventor do dever-ser e
do dever-ter, portanto, o homem não é reflexo das circunstâncias e pode
desviar-se para um caminho melhor: o da libertação interior, o da criação da
autarquia. Independente, ele deve administrar seus desejos, rejeitando
imposições da mídia e da educação equivocada.
Nas epopéias homéricas, a ética e a
excelência ganham a reflexão e assinalam a proposta de uma vida voltada para a
nobreza interior-exterior. O indivíduo se percebe, então, como um ser mortal, itinerante no espaço e no tempo que ele delimita
e conquista na esperança de gastá-los com felicidade.
Epicuro, o filósofo, tão mal lido e mal
interpretado, indica o caminho do autocontrole e da serenidade, propondo o
programa do autocomando da nave dos sentimentos: “Mesmo na adversidade,
o homem pode ser feliz”, ou: “A liberdade é sempre o desvio da fatalidade.
Estando acima do sofrimento, o ser humano se pressupõe superior,
diferencia-se”.
Sendo capaz da emancipação interior, de
selecionar imagens e centrar-se em coisas positivas, esse homem monta um filme
interno com texto e direção próprios. A temporalidade científica o faz
recolher-se à autonomia, descobrindo como quer viver e não como os outros o
ditam, deixando, pois, de ser espelho das circunstâncias.
O ser humano tem o “poder” de
auto-administração que lhe indica o caminho do bem-estar. Deus concedeu-lhe a
capacidade de desviar-se do nada, do vazio, da fatalidade. Mesmo sendo parte do
cosmos recebeu o livre arbítrio para decidir, estabelecer sua rota e seguir.
Quando o homem consegue selecionar as emoções básicas, administrá-las e viver
no controle de suas potencialidades, torna-se diretor do imaginário,
voltando-se para o caminho da felicidade.
Porém, não só os antigos compreenderam
isso. Michel Foucault buscava na ética a estética da existência, tomando como
referência a estética do universo, a beleza e a organização do cosmos.
Fernando Pessoa realça a importância de se
valorizar a vida e a participação no seu contexto quando diz:
De tudo ficam três certezas:
A certeza de que estamos sempre começando...
A certeza de que precisamos continuar...
A certeza de que seremos interrompidos, antes
de terminar...
Portanto, devemos, fazer da interrupção, um
caminho novo...
Da queda, um passo de dança...
Do medo, uma escada...
Do sonho, uma ponte...
Da procura, um encontro...
Jesus, ao proferir o Sermão da Montanha, fez uma
síntese de sua tese educacional sobre o tema: felicidade,
deixando à sociedade de qualquer tempo o paradigma correto, imutável,
para se alcançar a plenitude. Numa só mensagem, o Mestre definiu as regras da
nova pedagogia que é capaz de potencializar a competência emocional - o maior
desafio ao homem de qualquer Era.
Hoje, os sociólogos ousam afirmar, baseados na
pesquisa científica, que neste século haverá uma evolução correspondente a 20
mil anos. Nunca, em toda a história da humanidade, o ser humano esteve tão
informado sobre os acontecimentos negativos que se registram no Planeta. Há
quem diga ainda que está se formando uma geração de ignorantes informados.
Quando se voltam os refletores da modernidade sobre
o Curso de Formação de Líderes planejado e implantado por Jesus, com a
diversidade de campus avançados, com metodologia
moderna, desenvolvida, a partir da pesquisa comunitária, com estudo através de
módulos, elaborados pelos próprios alunos para o ensino à distância, conclui-se
que essa Universidade nunca deixará de ser moderna.
Ao criar a Escola Supletiva, Jesus abriu
espaço para pessoas de todas as idades, dando-lhes a oportunidade do ensino
permanente. Ora o aluno vai à casa do Mestre, como fez Nicodemos; ora o Mestre
vai à casa do aluno, Zaqueu. No poço, o professor judeu ministrou aula para a
aluna samaritana e ali, mais uma vez, Jesus inovou: implantou a política da
inclusão.
Jesus criou o trabalho em equipe, desde o primeiro milagre, quando
transformou água em vinho, nas bodas de Caná. Os alunos encheram os jarros de
água. Ele criou a merenda escolar, ensinando a distribuir peixe e pão, após ou
durante as suas conferências.
Jesus implantou a auto-avaliação. Quando
Maria Madalena chegou ao seu conselho de classe - ela havia sido julgada, de
acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação de Moisés - estava
reprovada. O Mestre olhou para a aluna e ordenou: “Vá e não peques mais”.
Aos professores advertiu: “Quem não tiver pecado...” Quando Pedro negou a
Jesus, o processo de recuperação implantado pela Universidade do Amor foi capaz
de tornar aquele aluno pronto a morrer pela missão “de evangelizar o mundo,
até os confins da terra”.
A humanidade está agora mais do que nunca
precisando de orientação para aprender a viver e viver muito bem com o outro.
As máquinas de matar estão ágeis e potentes. Quem as fabricou foi o homem. Os
computadores registram e controlam quase tudo. Obra humana. É chegada a hora da
avaliação.
Como diz Peter Russel, no seu livro “O
buraco branco no tempo”:
“Este
é o momento da sociedade refletir, porque tantos se sacrificaram para se chegar
até aqui e conquistar toda a modernidade e o conforto deste século, mas será
que haverá a revolução das consciências e o salto para a harmonia global?“
Claro que sim! A paz, mercadoria mais cara
do mundo, está muito perto das mãos de cada um. Está ao alcance do pobre ou do
rico e de todas as raças que formam esta grandiosa aldeia global. É o sonho de
todos! E todos precisam aprender a valorizar o próprio sonho para sustentar a
vida coletiva.
Não se pode pisar nos canteiros dos sonhos
da criança ou do adulto, ou de ninguém. Todos querem desfrutar do privilégio da
vida. Portanto, as lutas do cotidiano não devem ser avaliadas como um pesado
fardo e sim como oportunidade de crescimento para o aperfeiçoamento de cada um
e de todos os que compõem o cérebro global.
Viver é se aproximar e afastar-se de si
mesmo - das angústias e egoísmos. Viver é a sincronização do
possível-impossível; do material/espiritual;
do morrível/imortal. Sendo humano e
quase anjo, um quase santo/pecador, o
homem deve aprender a equilibrar-se entre o divino que representa e o ser
humano carregando o peso de cargas desnecessárias que não soube descartar ao
longo da vida.
A geração que representa o perfil do homem
moderno há de aprender a conviver com a informação e a transparência de tudo ou
de quase tudo que se faz de ruim no Planeta e, mesmo assim, sonhar que tudo
pode ser melhor. E realizar e transformar e acreditar nos bilhões de vidas
capazes de fazer a diferença. Aí, sim, sem a ânsia desvairada da utopia,
acordado, de pés no chão, no chão que ajudou a plantar e pacificar, colher as
flores e os frutos da serenidade, do amor e da paz.
Ivone Boechat